Acabo de ler um texto sobre a separação da arte e da vida. Não, Arte e Vida não formavam um casal lésbico. Eram... Não eram nada, eram só a arte a vida, assim com minúsculas. Não estou diminuindo a importância de nenhuma das duas, só estou irritado com o que li sobre a necessidade de separá-las.
Fica parecendo aquilo que o chefe escroto sempre usava como desculpa: ser “profissional”. O cara achava que sendo profissional, sem aspas, ele estava exercendo/exercitando/valendo-se do seu ““““direito”””” de ferrar com quem estava abaixo dele na escala hierárquica. Tudo – tudo – para fazer média com quem estava acima.
No “Houaiss”, está escrito o seguinte sobre “chilique”:
1 ataque nervoso ou histérico; faniquito, fricote
2 perda temporária dos sentidos; desfalecimento, desmaio
O que a moça escreveu sobre separação foi um chilique. Ou malandragem, no mau sentido (porque tem a “malandragem no bom sentido”). O que o chefe escroto tinha era um discurso idiota. Ou achava que era malandro. Só achava.
Que saco.
Pior é que nem tem porra nenhuma que preste na TV.
Vou acabar de ler o livro do Arnaldo Baptista que eu ganho mais.
sábado, 31 de maio de 2008
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